Após ter denúncia rejeitada no STF, Ferraz fala sobre sonho de ser prefeito de Lauro de Freitas

“Meu sonho é ser prefeito de Lauro de Freitas”. Foi assim que o ex-diretor da Defesa Civil de Salvador (Codesal) definiu um dos seus possíveis cenários de futuro político.

Ferraz foi afastado da prefeitura da capital baiana após ter sido acusado de ser participante de uma suposta associação criminosa com o ex-deputado federal Geddel Vieira Lima e seu irmão, deputado federal Lúcio Vieira Lima (MDB-BA).

“Eu sou militante. Meu lado político sempre foi muito claro. Faço parte do campo que se opõe aos projetos do PT na Bahia e no Brasil. Eu não preciso ter cargo ou função para atuar na política. Eu sonho em ser prefeito da cidade de Lauro de Freitas, onde eu resido, é o meu sonho, mas não depende só de mim”, afirmou Gustavo Ferraz.

Ele foi candidato a vice de Lauro em 2016, ao lado de Mateus Reis (PSDB). A denúncia contra Gustavo Ferraz foi rejeitada pelo Supremo Tribunal Federal nesta terça-feira (8). “Quero (como prefeito) me opor a esse projeto recente para a cidade de estelionato eleitoral, onde há muitas promessas e poucas ações, um governo que até agora não disse ao que veio”, afirmou criticando a atual prefeita, Moema Gramacho.

Dentre suas outras possibilidades de atuação na política, Ferraz destaca que sempre foi “convidado” aos cargos que ocupou. “Eu estou à disposição. Tenho a minha vida, sou advogado, mas se em algum momento desse surgir algum convite, irei avaliar”, destacou.

Em uma análise das atuais pré-candidaturas ao governo do estado, Ferraz demonstrou desejo de que João Gualberto (PSDB) e José Ronaldo (DEM)  – excluindo João Santana (MDB), correligionário dele – se juntem. “O melhor cenário é o de entendimento entre as chapas”, disse.

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