Professores de Lauro de Freitas ameaçam começar o ano com greve

Os professores e servidores da rede de educação de Lauro de Freitas podem iniciar o ano letivo, em meados de fevereiro, já em estado de greve, devido ao não pagamento de um terço das férias. O Sindicato dos Trabalhadores em Educação no município (Asprolf) acusa a gestão da prefeita Moema Gramacho (PT) de atrasar os salários.

A prefeitura, no entanto, nega o atraso e afirma que o repasse será feito após o recebimento de recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) até o dia 20 de janeiro, data classificada como tradicional. “Historicamente feita atrasada”, retrucou o coordenador-geral da entidade de classe, Valdir Silva.

“O pagamento referente a 1/3 de férias da Educação está diretamente ligado ao recebimento dos recursos do Fundeb, que historicamente ocorre a partir do dia 20 de janeiro. O município está aguardando o repasse para poder efetuar o pagamento. Essas questões já foram informadas ao presidente da Asprolf”, justificou, por meio de nota, a administração. A gestão municipal acrescentou ainda que, desde 2010, não há uma data específica para o pagamento dos valores aos profissionais do setor.

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