Investimentos de R$ 608 milhões vão beneficiar Camaçari, Maracás e Sento Sé

Investimentos de R$ 608 milhões de quatro novos empreendimentos vão beneficiar os municípios de Camaçari, Maracás e Sento Sé com a geração de 364 empregos diretos. O anúncio foi feito por representantes de empresas dos ramos de Mineração, Eletricidade e Gás, Petroquímico e Plástico, durante a assinatura de protocolos de intenções na Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado (SDE).

Investimentos em Camaçari

A Birla Carbon, do segmento Petroquímico, está investindo R$ 23 milhões na modernização de suas instalações com a tecnologia de manufacturing 4.0., de acordo com o presidente da empresa na América do Sul, Ronaldo Duarte. A unidade de Camaçari é a planta com a automação mais avançada do grupo no mundo. O investimento será destinado, também, a uma nova linha de produtos da matéria-prima negro de fumo, que antes só era produzida na planta de Cubatão, no Estado de São Paulo. A perspectiva é que a ampliação esteja em pleno funcionamento até o final do ano e sejam produzidas duas mil toneladas por ano da nova linha, que será destinada ao setor de plástico em geral, artefatos de borrachas e pneus.

“Camaçari foi escolhida como planta piloto. Um dos projetos de digitalização feito aqui por nossa mão de obra local será aplicado em todas as nossas plantas no mundo. Mais de 90% de nossas vendas são feitas para clientes localizados na Bahia e a modernização aumentará nosso volume de vendas dentro do próprio estado. Projetamos uma perspectiva de crescimento dos nossos clientes também já que, com nossa produção local, eles terão disponibilidade de atender um volume maior no Brasil e aumentar suas exportações”, explicou Ronaldo Duarte.

Já a THD Indústria e Comércio de Materiais Plásticos, que tem 15 anos de mercado, vai investir R$ 7 milhões na ampliação de sua unidade industrial em Camaçari. “Graças ao apoio de uma grande empresa, vamos trabalhar recuperando a matéria prima de grandes indústrias e fabricaremos big bags de ráfia, que voltarão para as próprias fábricas, ao invés de virar lixo e poluir o meio ambiente. Teremos capacidade de produzir 1,2 mil unidades por ano”, afirma o sócio do grupo, Eron Evangelista.

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