Óleo nas praias fez Sergipe declarar situação de emergência

O aumento de danos ambientais causado pelo óleo de origem desconhecida que vem tomando as praias do Nordeste do país desde setembro foi a causa pela qual o governo de Sergipe decretou situação de emergência.

A situação gerou a necessidade de um gabinete de crise, que foi criado no Estado para acompanhar o caso e, hoje o ministro do meio-ambiente, Ricardo Salles, é esperado para um voo sobre os locais atingidos.

O balanço divulgado pelo Ibama na sexta-feira, 4, mostrava que chegou a 124 o número de localidades do Nordeste afetadas pelas manchas de óleo. Doze animais foram atingidos pela substância, sendo onze deles tartarugas marinhas, e oito deles morreram. A substância é petróleo cru, segundo análise do órgão, mas o tipo identificado não é produzido no Brasil.

Em nota, o Ibama informou ter requisitado apoio à Petrobras para atuar na limpeza das praias. Agentes comunitários estão sendo contratados pela petrolífera, que já havia realizado treinamento prévio para ocasiões em que fossem necessários esses serviços.

A Petrobras já informou que analisou o óleo e descartou ser de suas operações. Até o momento, a origem da poluição continua desconhecida.

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