
O ano de 2026 marca uma transformação no setor elétrico brasileiro. A chamada “justiça tarifária” ganha força com mudanças na legislação, mas o novo modelo também redistribui custos entre os consumidores. Enquanto milhões de famílias terão acesso à tarifa social com descontos elevados e até isenção, quem não se enquadra nos benefícios deve enfrentar aumento nas faturas.
Quem terá direito à tarifa zero?
A principal novidade é a ampliação da Tarifa Social de Energia Elétrica. Famílias inscritas no Cadastro Único (CadÚnico), com renda per capita de até meio salário mínimo, além de beneficiários do BPC, indígenas e quilombolas, poderão ter descontos significativos ou até isenção em faixas de consumo.
O custo para quem não recebe o benefício
Para financiar os descontos, os valores são incorporados à Conta de Desenvolvimento Energético (CDE).
Vai aumentar a conta de luz?
Para quem não se enquadra na tarifa social, a tendência é de alta:
Conclusão
A mudança traz alívio para famílias vulneráveis, mas também pressão sobre os demais consumidores. O desafio do setor elétrico será equilibrar a expansão da tarifa social sem comprometer a competitividade e o orçamento das famílias que ficam fora dos benefícios.

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