
Durante a Semana Santa, o consumo de peixe aumenta nas mesas das famílias brasileiras, especialmente entre os católicos. Mas para garantir uma refeição saborosa e segura, é essencial ter atenção na hora da compra do pescado.
A professora do curso de Nutrição da Unijorge, doutora em Ciências de Alimentos, Renata Oliveira, alerta que o consumidor deve avaliar desde o local da venda até o armazenamento do produto.
Como identificar peixe fresco
Riscos da má conservação
Se o peixe não estiver em boas condições, há risco de contaminação por bactérias como Aeromonas sp., que pode causar diarreia, infecções de pele e ouvido, necrose e septicemia. Outras bactérias perigosas incluem Salmonella spp., Escherichia coli, Listeria monocytogenes, Campylobacter jejuni, Staphylococcus aureus e Vibrio cholerae, capazes de provocar complicações graves e até morte em alguns casos.
Orientação da especialista
“É fundamental ser criterioso na escolha para levar à mesa um produto de qualidade e celebrar a Semana Santa sem preocupações”, recomenda Renata Oliveira.

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