Disputa pela 2ª Vaga ao senado ganha repercussão nacional

Apesar do Diretório Nacional do PT ter definido que as alianças estaduais devem ser pautadas pelas prioridades nacionais do partido, o governador da Bahia, Rui Costa , afirmou nesta terça-feira, 12, que a sua chapa à reeleição “vai levar em conta muito mais o cenário estadual do que o nacional”. No centro da controvérsia está a segunda vaga para a disputa ao Senado.

Pré-candidata à reeleição, a senadora Lídice da Mata pretende disputar um novo mandato na chapa de Costa, em dobradinha com o ex-governador e ex-ministro Jaques Wagner. Aliada histórica do PT no Senado e na Bahia, ela conta com o apoio integral da presidente petista, a senadora Gleisi Hoffmann, para obter o seu pleito. Um almoço com o governador para discutir o tema vem sendo sucessivamente adiado.

A aliança ainda cairia como uma luva na estratégia da direção do partido de aproximar o PSB da candidatura da legenda ao Planalto, que até agora o PT reitera que será do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), preso e condenado na Operação Lava Jato.

O problema é que, para os planos locais de Rui, o apoio a um outro nome, do presidente da Assembleia Legislativa Ângelo Coronel, amarraria em sua coligação um apoio importante no estado, o do atual senador Otto Alencar. No plano nacional, o PSD caminha para apoiar a candidatura de Geraldo Alckmin  à Presidência.

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