
Neymar Jr., o pai do jogador, Neymar da Silva Santos, e empresas ligadas à carreira do atleta se pronunciaram após a divulgação de mensagens obtidas pela Polícia Federal (PF) que mencionam uma possível negociação envolvendo o Banco Master e o Santos Futebol Clube.
Em publicação nas redes sociais, eles negaram qualquer ligação com Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master, e classificaram as informações divulgadas sobre o episódio como “fake news”.
As mensagens fazem parte do material obtido pela Polícia Federal durante as investigações relacionadas ao Banco Master. Nos diálogos divulgados pela imprensa, Neymar Pai é mencionado em conversas entre Vorcaro e o publicitário Thiago Miranda, apontado como intermediário de negociações comerciais.
Segundo o conteúdo divulgado, uma possível parceria comercial entre o Banco Master e o Santos estava em discussão em fevereiro de 2025.
Entre os documentos mencionados estaria uma proposta de aproximadamente R$ 15 milhões para exposição da marca do banco em espaços do uniforme do clube paulista.
Em uma das mensagens atribuídas a Miranda, o publicitário afirma que estava sendo cobrado por “Neypai”, referência a Neymar da Silva Santos, em relação às tratativas. Outros diálogos mencionam a possibilidade de reuniões para discutir a negociação.
Os registros divulgados, entretanto, não demonstram, por si só, que Neymar ou seu pai tenham fechado negócio com Vorcaro. Também não comprovam que os encontros mencionados nas conversas tenham efetivamente ocorrido.
O Banco Master não chegou a estampar sua marca no uniforme do Santos.
Após a repercussão do caso, Neymar, seu pai e as empresas ligadas à família afirmaram que não possuem relação com Vorcaro e contestaram a forma como as informações foram apresentadas.
O jogador classificou o conteúdo divulgado como falso e criticou a repercussão das informações envolvendo seu nome e o de sua família.
O episódio ganhou repercussão em meio às investigações sobre o Banco Master e à divulgação de mensagens e documentos encontrados pela Polícia Federal. As tratativas comerciais mencionadas no material não significam, isoladamente, participação em eventual irregularidade, e as investigações seguem em andamento.

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